Pais e professores realizam carreata nacional em prol da reabertura de escolas particulares

Em Feira de Santana, a concentração aconteceu às 9h em frente ao Núcleo Territorial de Educação, na avenida Presidente Dutra.

Foto: Joaquim Neto/ Bom Dia Feira

Neste sábado (16), uma carreata nacional com participação de pais e escolas privadas reivindica a volta das aulas presenciais, em pelo menos 29 cidades brasileiras.

Em Feira de Santana, a concentração aconteceu às 9h em frente ao Núcleo Territorial de Educação, na avenida Presidente Dutra.

O professor João Pedro destacou à nossa reportagem que é necessário alinhar o retorno das aulas seguindo os protocolos de prevenção.

'Fomos o primeiro a parar e até agora não há nenhuma expectativa de retorno. Sabemos que muitos pais pedem o retorno por questões psicológicas, de sobrevivência, financeiras. Queremos o ensino híbrido, que é a solução, de forma coercitiva', afirma.

Hoje, a cidade possui duas associações que trabalham como gestores das escolas particulares. A iniciativa da carreta veio da união das unidades.

'Queremos mostrar para a sociedade a importância da escola não só no conjunto financeiro, como também no social. Imagina como as crianças que são filhos únicos e não estão tendo com quem interagir, a falta dessa relação interpessoal. Além dos pais que não possuem uma coordenação pedagógica. Mesmo que não seja de forma contínua, mas é necessário avaliar esse retorno', relata Laíse, parte integrante do movimento.

Todas as cidades baianas estão sem aulas presenciais desde o mês de março, quando saiu o primeiro decreto determinando a suspensão das atividades. Desde então, os decretos vêm sendo prorrogados. O último, desta sexta-feira (15), prorroga a suspensão até o próximo dia 30 de janeiro.

'Fizemos o possível para levar para o melhor ensino, mesmo de forma online, garanto que tivemos ganhos significativos nesse processo, aprendizado, sabemos que a melhor forma realmente é o presencial, o contato do aluno com o professor, mas mesmo com todas as dificuldades de conexão, alcançamos o objetivo', relata a professora Mayara.

Além das capitais de Belo Horizonte, João Pessoa, Maceió, Porto Velho, Salvador, São Paulo e Vitória, participaram do movimento também, outras cidades como Barbacena (MG), Bauru (SP), Cabo Frio (RJ), Governador Valadares (MG), Gurupi (TO), Ipatinga (MG), Itabuna (BA), Itajubá (MG), Lagoa Santa (MG), Maringá (PR), Montes Claros (MG), Niterói (RJ), Patos (PB), Ponta Grossa (PR), Pouso Alegre (MG), São João Del Rey (MG), Sete Lagoas (MG), Sobral (CE) e Uberlândia (MG).

Com informações do repórter Joaquim Neto 

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