Obra do Complexo Educacional que dá vida ao antigo FTC está em fase final

De acordo com a secretária de Educação, serão tomadas providências para “viabilizar as condições internas para garantir ao novo complexo o funcionamento adequado, moderno e compatível com legislação atual no âmbito da Educação Inclusiva”.

Foto: Wevilly Monteiro

Está em fase final a obra do Complexo Educacional que está sendo construído no antigo Feira Tenis Clube, o FTC. Nesta primeira etapa, o prédio vai abrigar o Centro Interprofissional de Atendimento Educacional que já existe na Rede Municipal e oferece atendimento socioeducativo aos estudantes com deficiência. A segunda etapa da obra já foi iniciada com a construção do edifício-garagem, que deverá ficar pronto no prazo de um ano.

O projeto do Governo Municipal  visa resgatar o antigo FTC, garantindo uma destinação social ao prédio cujo valor arquitetônico é representativo de uma época para Feira de Santana e que estava abandonado.

Sala de música, sala de artes, brinquedoteca, sala sensorial, salas de atendimento psicológico e psicopedagógico, espaço para fonoaudiologia, salas para atendimento aos deficientes visuais e para digitação em braile, auditório, cozinha, vestiários e uma quadra poliesportiva para atividades que envolvam os estudantes com deficiência. São estes os principais espaços que compõem o novo Centro.

Também está sendo construído no local o Centro de Pesquisa da História de Feira de Santana, com o objetivo de reunir no mesmo espaço obras de autores feirenses ou escritas sobre o município.

“A iniciativa de usar o prédio para atender a este objetivo educacional é muito significativa, pois dá a Feira a oportunidade de se tornar uma referência nacional no âmbito da Educação Especial. A cidade ganha um diferencial significativo e importante para as famílias”, destaca a professora Anaci Paim.

De acordo com a secretária de Educação, a partir desta fase da obra serão tomadas providências para “viabilizar as condições internas para garantir ao novo complexo o funcionamento adequado, moderno e compatível com legislação atual no âmbito da Educação Inclusiva”.

“O prédio não será moderno apenas no aspecto arquitetônico, mas também funcional e no âmbito da pedagogia, oferecendo acessibilidade e as melhores condições de aprendizagem aos alunos”, defende Anaci.

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