Dívidas podem ser renegociadas e parceladas com instituições pela internet até fim deste mês

Plataforma do Governo Federal disponibiliza serviço até dia 29 de novembro. Empresas de setores como operadoras de telefonia, de internet, transporte aéreo, água e luz participam da ação.

Foto: Divulgação

As pessoas que têm algum tipo de dívida com instituições financeiras poderão renegociar a quantia e parcelar através da internet até o próximo dia 29 de novembro. A iniciativa é do Governo Federal.

Toda a negociação será feita através de uma plataforma, sem a necessidade da instauração de processo administrativo ou judicial. Atualmente, estão cadastradas na plataforma empresas de setores como operadoras de telefonia, de internet, transporte aéreo, comércio eletrônico, vestuário, água e energia.

A ação, segundo o governo, integra a 7ª Semana Nacional de Educação Financeira que busca conscientizar os cidadãos sobre como lidar com o dinheiro.

Além disso, o governo explicou que disponibilizar o serviço para que o cidadão possa renegociar as dívidas pode contribuir para a redução do endividamento do consumidor.

Para solicitar a renegociação de dívidas é preciso acessar a plataforma do governo voltada para a iniciativa e fazer o cadastro, caso ainda não tenha.

Em seguida, o cidadão deverá selecionar uma instituição financeira para formalizar o pedido. Ao preencher a solicitação, é importante selecionar no campo “Problema” a opção “Renegociação/parcelamento de dívida".

Já no campo “Descrição da Reclamação”, o consumidor deve informar que deseja participar da ação de renegociação de débitos. A resposta da instituição financeira sairá em até 10 dias.

Ao longo desse período, é possível interagir com a empresa, anexar documentos, tirar dúvidas e até complementar a reclamação, caso necessário. Além disso, o cidadão terá até 20 dias para avaliar se o atendimento prestado foi satisfatório.

Além da renegociação, a plataforma disponibilizará palestras e eventos online sobre educação financeira com representantes do Governo Federal.



Informações G1

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