Com retomada gradual dos serviços, movimento no Terminal Rodoviário de Feira ainda é discreto

O Governo do Estado flexibilizou, mais uma vez, a circulação do transporte intermunicipal em 303 municípios baianos, após um longo período de restrições em função da pandemia do novo coronavírus.

Foto: Joaquim Neto/Bom Dia Feira

O Governo do Estado flexibilizou, mais uma vez, a circulação do transporte intermunicipal em 303 municípios baianos, após um longo período de restrições em função da pandemia do novo coronavírus.

A nossa reportagem esteve, na manhã desta quinta-feira (17), no Terminal Rodoviário de Feira de Santana e verificou uma tímida movimentação na retomada dos serviços no local.

De acordo com o funcionário de uma das empresas de ônibus no Terminal, o movimento está acontecendo de forma gradual.

‘Estamos voltando devagar, no começo foi mais devagar, agora, está havendo uma melhoria, esperamos que até o fim do ano fique cada vez mais razoável, não vai ser 100%, sabemos, mas terá melhoria’, disse Rubem.

Ele destaca ainda que as regiões do Sul baiano são os locais mais preocupados no momento.

Para a retomada das atividades, os passageiros e empresas devem seguir determinados protocolos de segurança com o intuito de evitar possíveis contaminações pela covid-19.

‘Estamos tomando todas as precauções, está viajando com janela aberta, corredor vai vazio, tem distanciamento, só permitimos entrada com máscara, é aferida a temperatura. Fomos treinados para trabalhar com segurança, entendendo o momento e priorizando a saúde em primeiro lugar’, relata o funcionário.

Na área de embarque, diferente do que costumávamos encontrar, o fluxo de pessoas é leve. Ulisses Abreu, que segue viagem para Itabuna, acredita que as medidas são positivas para a segurança, mas ainda vê falta de cuidado em algumas empresas.

‘Para entrar tem que ser de máscara, na entrada tem álcool em gel, toda uma fiscalização, achei bem rigoroso. A viagem foi tranquila, mas foi com janelas fechadas no ar-condicionado, todos de máscara, mas lotado, eu achava que tinha que ser uma cadeira vaga, mas veio lotado. Acredito que a empresa visa mais o lucro, né. Eu sou do Sul, venho viajando e todas as viagens tem sido assim’, relata.

Com informações do repórter de Joaquim Neto

Assista a reportagem completa: 

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