Após Irã prometer vingança, Trump diz que país nunca venceu uma guerra

Donaldo Trump se pronunciou sobre o ataque que matou um major general do Irã; ele só havia publicado uma imagem da bandeira dos Estados Unidos.

Foto: Divulgação

Donald Trump publicou, nesta sexta-feira (3), um texto curto em uma rede social para fazer referências ao ataque que matou um líder militar do Irã, Qassem Soleimani.

"O Irã nunca ganhou uma guerra, mas nunca perdeu uma negociação", escreveu o presidente dos Estados Unidos.




Essa é a segunda manifestação de Trump desde o ataque no aeroporto de Bagdá, no Iraque: antes, ele havia publicado uma bandeira dos EUA. O presidente dos EUA ainda não deu entrevista sobre o tema.

Soleimani era chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país. Ele morreu em um ataque com drone dos Estados Unidos na quinta-feira (2) em Bagdá, no Iraque.

O exército dos EUA informou que o bombardeio tinha a missão de matar o general iraniano e foi uma ordem do presidente Donald Trump.

Mike Pompeo, o secretário de Estado dos EUA, afirmou que Soleimani foi executado para desarmar um ataque iminente que teria colocado em risco americanos no Oriente Médio. A ação foi planejada com base em relatórios de inteligência.
"Ele estava planejando ativamente para realizar ações na região –uma ação grande, como ele descrevia– que colocaria em risco dúzias, se não centenas, de vidas americanas. Nós sabemos que era iminente."

Ele disse que os EUA estão comprometidos a distensionar a relação com o Irã, mas, ao mesmo tempo, preparados para se defender. A crise poderá ter desfecho sem precedentes na região, de acordo com especialistas.

Pompeo confirmou somente a morte de Soleimani, e não de outras autoridades.

Em comunicado divulgado pela TV, Ali Khamenei, o líder do país, declarou que "todos os inimigos devem saber que a jihad de resistência continuará com uma motivação dobrada, e uma vitória definitiva aguarda os combatentes na guerra santa”. O Irã geralmente se refere a países e forças regionais opostos a Israel e aos EUA como uma frente de "resistência".


Informações G1

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