Sexta-feira 13 e as superstições ligadas ao dia

Foto: Bom Dia Feira

Hoje, sexta-feira, poderia até ser um dia comum, no entanto, para os supersticiosos, se trata da tão temível Sexta-feira 13, um dia que para muitos tem tudo para dar errado. Ao longo do tempo, inúmeras maneiras de evitar ter azar nesta data foram criadas. 

Segundo pesquisadores bíblicos, a sexta-feira sempre foi de penitência e abstinência por se tratar do dia da semana em que Jesus foi crucificado, por esse motivo, é considerado um "dia ruim", assim como a última ceia, em que participavam 13 pessoas, incluindo Jesus. Além disso, o 13 vem para quebrar a plenitude de seu antecessor, o 12 – o número de apóstolos, de tribos de Israel, de signos do zodíaco, entre outras referências.

Ao longo dos séculos, surgiram crendices ligadas à sexta-feira 13. A aura negativa começou a se popularizar em 1907, com o lançamento do livro Sexta-feira 13, uma história de vingança escrita pelo corretor de ações Thomas Lawson. 

Muitas outras superstições surgiram de maneira deliberada para forçar determinados comportamentos nas pessoas, sempre temerosas do sobrenatural, entre elas, o receio de gatos pretos, que na Idade Média, eram associados ao azar pela sua pelagem escura. O preto sempre esteve ligado às trevas, à ausência da luz, que era associada ao divino.

 Mas hoje, felizmente, qualquer tutor de bichanos dessa cor sabe o quanto isso está longe da verdade. Pelo contrário, os relatos são de que o bichinho só traz sorte e alegria para quem os tem por perto.

Outras superstições

- Sete anos de azar se quebrar um espelho
- Derrubar sal é um sinônimo de má sorte
- Abrir guarda-chuva dentro de casa dá azar
- Não passar embaixo de uma escada que esteja aberta
- Bater 3 vezes na madeira para afastar maus espíritos 
- Deixar o chinelo com a sola virada para cima pode matar a mãe





Com informações da Revista Gaúcha ZH


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