Centrais sindicais de Feira realizam manifestação da greve geral da educação

Com bandeiras pró Lula e contra Bolsonaro, manifestantes também saíram em defesa da previdência.

Foto: Joaquim Neto/Bom Dia Feira

Na manhã desta terça-feira (13), diversas centrais sindicais de Feira de Santana realizaram manifestação da greve geral da educação e em defesa da previdência na cidade. 

Em conversa com o repórter Joaquim Neto, a presidente da APLB Feira, professora Marlede Oliveira, destacou o discurso de resistência que a classe precisam ter. 

‘Sem nenhuma dúvida, nós da APLB e demais entidades sindicais não poderíamos ficar de fora porque hoje é paralisação nacional da educação na defesa da escola pública. Governo Bolsonaro vem tirando verba da educação, e agora tirou 1 bilhão para emenda dos deputados e aprovação da previdência e 348 milhões da escola básica. Nesse sentido, estamos aqui nas ruas com as demais entidades, professores, estudantes e a classe trabalhadora para dizer não ao corte de verba e não a reforma da previdência que agora também vai para o senado', ressalta Marlede.

Com um número considerável de manifestantes, o movimento contou com bandeiras pró Lula e contra Bolsonaro, questionada sobre a manifestação ser um movimento político, a presidente discorda.  

'É um movimento de todas as entidades e partidos, tem partidos de esquerda, tem sindicatos. A rua está aberta para diversas manifestações, mas a bandeira principal da nossa defesa hoje é a educação', afirma a professora. 

Na ocasião, Marlede ainda opina sobre as consequências da reforma da Previdência para a categoria, 'Vamos aguardar as emendas que possam beneficiar a classe trabalhadora no Senado, mas a expectativa é que nesse congresso a grande maioria não representa a classe trabalhadora, o que tem lá é elite brasileira', diz. 



Informações Joaquim Neto 

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