Espaço Com Meu Nome | Luan Alves

Espaço Com Meu Nome | Luan Alves

Feirense. 20 anos. Redator publicitário e aspirante a cronista.

O INCRÍVEL PÉSSIMO TEXTO SOBRE COISA NENHUMA
NADA MESMO

O INCRÍVEL PÉSSIMO TEXTO SOBRE COISA NENHUMA

A partir desse momento, você, caro leitor, deve estar imaginando qual vai ser o assunto que será discorrido até o fim desse texto. Em verdade, vos digo: também não faço ideia.

DESABAFO DE UM NORDESTINO IRÔNICO
NORDESTE

DESABAFO DE UM NORDESTINO IRÔNICO

Pense comigo: se um nordestino fala que todo nordestino é burro, ele tá na lista, correto? Se ele tá na lista, por tabela, a burrice o infecta também, né?

INCOMODANDO POR ÚLTIMO
MEDALHA

INCOMODANDO POR ÚLTIMO

Eles não têm culpa. Não é falta de esforço. É o acaso, o atraso, uma passada mais lenta, algo que faz a diferença. No meu caso, é o siso. O último dente a nascer, geralmente, já nasce dando trabalho.

VOU PAGAR PRA LER
MORTADELA

VOU PAGAR PRA LER

Para alguns amigos, eu não tenho direito de ser esquerda, só por gostar de Mc Donald’s, assistir Netflix, gastar dinheiro pra tomar café, e até por comer mortadela – nosso apelido carinhoso vindo dos coxinhas.

CUIDADO COM AS QUADRILHAS
QUADRILHA

CUIDADO COM AS QUADRILHAS

Como a fogueira junina, a corrida presidenciável está pegando fogo. Por isso a festa virou assunto fora de época.

DIPLOMACIA DO MORCEGO
BATMAN

DIPLOMACIA DO MORCEGO

Eu queria ser um Batman diferente, juro. Sou meio cagão, não sei se, mesmo com uma roupa de Kevlar, eu iria enfrentar os bandidos – vai que essa merda rasga? – Além do mais, o cara volta todo quebrado pra casa.

HD QUEIMADO
MN

HD QUEIMADO

Não sei quando surgiram os backups, só sei o seu provável nome original: museu - do brasileirês, “esquecidos e abandonados”.

SOBE A VINHETA
PLANTÃO

SOBE A VINHETA

"Interrompemos a nossa programação para um comunicado importante."

O PROBLEMA NÃO É A PESCA
pesca

O PROBLEMA NÃO É A PESCA

Uma coladinha não faz mal a ninguém. A não ser que esteja na sua mão esquerda, com as palavras: “Lula”, “pesquisas” e “armas”, e seu discurso seja carregado apenas da última delas – não menospreze o trocadilho.

AQUI TEM ECO!?
ECO

AQUI TEM ECO!?

Sinto-me como numa casa nova, batendo nas portas dos vizinhos perguntando se alguém pode, por favor, me emprestar uma xícara de açúcar.

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